Pintor António Charrua<br>falece em Évora
António Charrua, uma das grandes referências da pintura portuguesa da segunda metade do século XX, faleceu aos 83 anos, dia 21, no Hospital de Évora, cidade onde residia há vários anos.
Nascido em 1925, Charrua integrou-se no movimento expressionista. Dedicou-se à escultura, gravura e cerâmica. Com exposições desde 1953, a nível internacional e nacional, foi galardoado em 1960 pela Fundação Calouste Gulbenkian, onde está representado. Obras do pintor estão também expostas no Museu Nacional de Soares dos Reis e no Museu de Helsínquia.
Muitos dos seus trabalhos realizados nos anos 60, em que combinou a pintura com colagens e objectos, basearam-se em lutas políticas que eram alvo da censura fascista, como a Guerra Civil de Espanha, a guerra do Vietname ou a guerra colonial conduzida pelo regime de António Salazar nas então colónias portuguesas.
Conviveu com nomes que marcaram o panorama artístico e literário português como Júlio Resende e Virgílio Ferreira. O seu corpo foi sepultado, sábado, 23, em Évora.
Nascido em 1925, Charrua integrou-se no movimento expressionista. Dedicou-se à escultura, gravura e cerâmica. Com exposições desde 1953, a nível internacional e nacional, foi galardoado em 1960 pela Fundação Calouste Gulbenkian, onde está representado. Obras do pintor estão também expostas no Museu Nacional de Soares dos Reis e no Museu de Helsínquia.
Muitos dos seus trabalhos realizados nos anos 60, em que combinou a pintura com colagens e objectos, basearam-se em lutas políticas que eram alvo da censura fascista, como a Guerra Civil de Espanha, a guerra do Vietname ou a guerra colonial conduzida pelo regime de António Salazar nas então colónias portuguesas.
Conviveu com nomes que marcaram o panorama artístico e literário português como Júlio Resende e Virgílio Ferreira. O seu corpo foi sepultado, sábado, 23, em Évora.